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Alargar um pouco mais esse argumento poder-nos-ia levar até a questionar o próprio estado social. Por que hão-de os ricos pagar a saúde ou o desemprego dos pobres? Por que razão têm de pagar mais impostos? Ora, um dos papéis do Estado democrático, talvez o principal, é de garantir um desenvolvimento equilibrado e harmonioso, assegurando direitos fundamentais para todos. Esse é o papel do estado português mas também da UE no quadro europeu. A não ser assim, chegamos direitinhos ao ultra-liberalismo de direita e ao "estado mínimo", que não é mínimo, mas é o estado ao serviço dos poderosos. O segundo argumento é menos económico e mais ethical, ainda que se possa interpretar apenas como uma forma diferente, mais moralista, de apresentar o argumento anterior. Dizem esses: os gregos receberam muito dinheiro e, em vez de investir correctamente, desbarataram-no em vigarices, engendraram todo o tipo de processos para receber dinheiro do estado e por isso merecem este castigo. Os Gregos são culpados, ainda mais do que os Portugueses, por viveram acima das suas possibilidades, e, se são culpados, têm de expiar essa culpa.Todos sabemos que houve na Grécia muitos esquemas e que houve quem os utilizasse para obter dinheiro fácil. Aliás, o mesmo se passou noutros países e em unique em Portugal. Bastaria referir os dinheiros desbaratados em subsídios para agricultores, que serviam para comprar //jeeps// topo de gama, ou as pseudo-formações, de que curiosamente a empresa //Tecnoforma// de Passos Coelho é um exemplo muito bom, com as suas acções de formação para especialistas em aeroportos. Poderíamos juntar a esse saco de fundo muito fundo as compras obscuras de materials militar, onde curiosamente Portugal e a Grécia estão novamente juntos, os estudos técnicos, os pareceres, as consultorias, ou os muitos contratos mais ou menos ruinosos, onde o estado alimentou todo o tipo de gente ligada ao poder. A história do BPN ou a do BES são exemplares e demonstram como o concluio funcionava. Tudo isso é verdade, mas também é verdade que esses esquemas existiram com a conivência e muitas vezes até com a cumplicidade da UE, onde eram os mesmos políticos e tecnocratas, ou da mesma seita, que pululavam nas comissões e em outros organismos. E a questão é, perante esta realidade, que não se nega, o que se deve fazer é castigar todo um povo, destruindo a sua economia e pulverizando o seu estado social, e curiosamente permitindo à mesma seita enriquecer, ou criar condições para que o modelo de desenvolvimento seja outro e todos aqueles que roubaram e que muitas vezes são hoje os mais acérrimos defensores destes "castigos" sejam desmascarados? Estão a matar os pássaros e nós, em que ficamos?

indent indent @@font-measurement:10px; //Documentary? That’s an exceedingly refined and misleading phrase. And probably not obvious. You need to have a complicated ear to receive that word. The phrase needs to be documentary fashion. An illustration of a literal document can be a police photograph of a murder scene. The thing is, a document has use, whereas art is admittedly worthless. Therefore art is never a document, though it certainly can undertake that style.// indent Walker Evans, 1971, when he was questioned regardless of whether “photographs can be documentary and also is effective of artwork" (//American Suburb X//, 2011) //Nas publicações a imagem é tão ciosa de suplantar a palavra que lhe rouba alguns dos seus vícios mais deploráveis: a facilidade e a prolixidade. E ouso acrescentar que, inclusivamente, não há MENTIRA, essa grande e sempre florescente especialidade da palavra, que a fotografia não ouse praticar.// indent Paul Valéry, //Centenário da fotografia//, conferência que proferiu na Academia Francesa em 1926. //I am persuaded that all of this – William M. more info Ivins refers to the rupture art movements which erupted in the turn of your XIX to XX century - has taken location pretty mostly since the photograph and photographic procedures have brought us expertise in artwork which could under no circumstances happen to be accomplished As long as western European society was dependent upon the outdated graphic processes and methods for its studies about art.

Quando o Verão me passa pela cara A mão leve e quente da sua brisa, Só tenho que sentir agrado porque é brisa Ou que sentir click here desagrado porque é quente, E de qualquer maneira que eu o sinta, Assim, porque assim o sinto, é que é meu dever senti-lo... //Fernando Pessoa (Alberto Caeiro)//^^ Num fim de semana prolongado no Alendouro, o Verão deu-se a provar com toda a sua intensidade. Começou o Verão, acabou a Primavera. E eu sem perceber nada...

Mas aparentemente a fotografia, que parece de alguma forma condenada a estar assombrada pelo espectro da beleza (ver uma vez mais os ensaios de Susan Sontag sobre fotografia e beleza), não é capaz de produzir verdadeira caca. Pode ser bela, pode mentir, pode produzir uma visão de autor, mas é incapaz de cheirar mal. Podemos por isso desculpar ao júri de um PRÉMIO de fotografia aceitar peças como esta.... Nota: Ainda não visitei o prémio deste ano, mas quando o fizer se tiver de dizer alguma coisa, di-lo-ei aqui nesta espécie de blog. @@font-size:10px;*Ver lista das condições que os projectos devem respeitar no regulamento do prémio BES Revelação: "Projecto/trabalho em fotografia, impressão electronic, slide 35 mm, ou diapositivo." Apesar de confuso (Porquê impressão electronic? Porquê só slide em 35 mm? Qual a diferença entre slide e diapositivo?) afirma claramente projecto em fotografia!@@

O retrato usava muitas vezes um cenário pintado. Um cenário falso a servir de "referente". Curioso como esta metodologia foi recuperada por muitos dos chamados fotógrafos contemporâneos, interessados em questionar a representação fotográfica e o conceito de referente. A Casa Andrade foi criada nos primeiros anos do século XX em Tavira. Há four gerações que os //Andrades// fotografam as gentes do Sotavento. A exposição no Palácio da Galeria está muito bem montada e merece a visita.

bgcolor(#FFFFFF):[img[Alternativa?

// Flusser, //Ensaio sobre a fotografia// //Assim, a fotografia, muito ao contrário de registrar automaticamente impressões do mundo fileísico, transcodifica determinadas teorias científicas em imagem, ou para usar as palavras do próprio Flusser, «transforma conceitos em cenas».// Arlindo Machado, a propósito do //Ensaio sobre Fotografia// de Flusser@@ A minha pergunta ingénua é: Como se pode compreender que, depois disto, o Planet Press Picture ainda peça os ficheiros Uncooked para garantir o "real" das fotografias?

Na minha última visita ao sul ao Algarve, disseram-me que uma habitação enorme sobre a falésia tinha sido um dos refúgios de Mobutu do Zaire. Lembram-se? Terá sido confiscada(?) pelo estado português para pagar dívidas antigas. Hoje parece abandonada e semi-vandalizada. Mas a estrutura do edifício permanece incólume.

Apesar de muito do espólio ter sido impunemente destruído ou degradado, vale a pena a visita. A exposição está muito bem montada e por lá encontramos algumas imagens extremamente interessantes, até algumas que se poderiam transmutar em "objectos contemporâneos", como aconteceu por exemplo com o trabalho do fotógrafo galego [[Virxilio Vieitez

Description

Porque indent indent //@@font-sizing:10px;As memórias são bichos domesticados que guardamos dentro de casa. As memórias são bichos dóceis que alimentamos carinhosamente na mão. As memórias são bichos amáveis que dormem connosco na nossa cama. As memórias são bichos brincalhões que nos afagam a cabeça e nos arranham o peito, exactamente por cima do coração. As memórias são bichos de focinho colado ao chão, à procura dos cheiros primordiais. As memórias são bichos de dentes arreganhados que guardam as portas do passado. As memórias são bichos em perigo de extinção.@@// O livro vai estar disponível em breve, espero...

Já, por diversas vezes, aqui e noutros lugares, tentei desenvolver argumentos e porventura descobrir as várias motivações que poderão explicar tais impulsos. Tento talvez fotografar a fotografia no momento de ser feita, descobrindo movimentos e relações corporais que me seduzam. Fotografia materializada em tensões e jogos corpóreos. Fotografar porventura o instante decisivo daquela(s) fotografia(s). Neste caso, confesso, aquelas cenas dentro do barco, também me trouxeram à memória a célebre fotografia de Augusto Alves da Silva, com que ele participou no BES Image 2006. A relação parece ser óbvia...

Será do teu cabelo um menos grosso// Cesário Verde@@ Participei no último fim de semana em Valpaços num encontro ibérico bastante interessante sobre os chamados Lagares Rupestres. Houve dois dias de conferência com apresentações diversas e no último dia fizemos dois passeios, a partir de Santa Valha, em que go toámos várias dessas estruturas, que basicamente são rochas graníticas escavadas, muitas vezes aproveitando o próprio desenho anterior da rocha, para supostamente criar uma cavidade onde pisar as uvas - Lagar ou Calcatorium - e onde, frequentemente, também encontrámos outras cavidades, por exemplo possíveis recipientes para receber o mosto - Lagarete ou Lacus - e outras cavidades de utilização muitas vezes misteriosa.

nem pensa em lá chegar@@ PS - Cada um de nós é como aquela palmeira enterrada. Seremos capazes de caminhar à procura do mar?

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